
Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA
Com menos de quatro meses para o primeiro turno das eleições de 2026, que acontecerá no dia 4 de outubro, a Justiça Eleitoral já está se preparando para assegurar a realização do pleito. Até o momento, sete Estados brasileiros solicitaram apoio das Forças Armadas para garantir a logística e a segurança durante o processo eleitoral.
Os pedidos foram feitos pelos seguintes Estados:
- Acre;
- Amapá;
- Amazonas;
- Mato Grosso;
- Mato Grosso do Sul;
- Rio de Janeiro;
- Roraima.
Reforço de segurança e logística em áreas vulneráveis
A utilização das Forças Armadas durante as eleições é uma prática comum no Brasil. Nos últimos anos, porém, as solicitações têm se tornado mais específicas. O principal objetivo é facilitar o transporte de urnas e mesários em regiões de difícil acesso, bem como reforçar a segurança pública em áreas propensas ao crime organizado.
De acordo com o histórico recente, o uso desse tipo de apoio tem crescido. Durante as eleições de 2018, o governo federal autorizou a presença das tropas em 513 localidades, distribuídas por 11 Estados. Já em 2022, o número subiu para 568 locais.
Procedimento para a liberação das tropas
O envio das Forças Armadas não é feito de forma automática. O processo começa com os próprios TREs, que mapeiam as necessidades e as vulnerabilidades de cada município.
Após a análise regional, as solicitações são encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral, que centraliza e avalia os pedidos. Caso o plenário da Corte Eleitoral aprove as solicitações, a documentação é encaminhada à Presidência da República.
A autorização final é concedida pelo chefe do Executivo, que aciona o Ministério da Defesa. A pasta responsável por planejar e executar as operações de Garantia da Votação e Apuração é o Ministério da Defesa, que atua nas localidades definidas.
Fonte: Revista Oeste


