Delegado regional da 7ª DRP, Romulo Andrade, informou que o homem foi identificado com apoio de imagens e técnicas modernas de reconhecimento facial
Um homem de Fortaleza foi identificado e indiciado pela Delegacia Regional de Penedo após, segundo a Polícia Civil, enganar uma idosa dentro de uma agência bancária da cidade e furtar o dinheiro que estava na conta da vítima. O caso foi destacado nesta sexta-feira, 12 de junho, pelo delegado regional da 7ª DRP, Romulo Andrade, em vídeo publicado nas redes sociais da unidade policial.
De acordo com o delegado, o crime aconteceu quando a vítima enfrentava dificuldades para utilizar o caixa eletrônico. O suspeito se aproximou, ofereceu ajuda e acabou se aproveitando da situação para cometer o furto.
“Um homem se aproximou de uma idosa, oferecendo ajuda. Ela estava com dificuldade no caixa eletrônico, ele ofereceu ajuda e acabou enganando essa idosa e furtando o dinheiro que estava na conta dessa vítima”, relatou Romulo Andrade.
A investigação avançou a partir da análise de imagens e do uso de técnicas modernas de reconhecimento facial. Com esse trabalho, a equipe da Delegacia Regional de Penedo conseguiu identificar o suspeito, que, conforme informou o delegado, veio de Fortaleza, se hospedou em uma pousada da cidade e permaneceu apenas um dia em Penedo.
Ainda segundo Romulo Andrade, durante esse curto período no município, o homem teria cometido furtos da mesma natureza. Após ser identificado, ele foi indiciado pela Polícia Civil.
O caso chama atenção para um tipo de golpe que costuma atingir principalmente pessoas idosas ou com dificuldades no uso de caixas eletrônicos. A orientação é que clientes evitem aceitar ajuda de desconhecidos dentro de agências bancárias e procurem apenas funcionários devidamente identificados.
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Investigação da Operação Alta Paz também foi concluída
No mesmo vídeo, o delegado regional da 7ª DRP também informou a conclusão de um inquérito ligado à Operação Alta Paz. De acordo com Romulo Andrade, seis pessoas foram indiciadas por tráfico de drogas, associação ao tráfico e aliciamento de menores, com pedido de prisão.
Segundo o delegado, as penas podem chegar a 30 anos de prisão. A investigação reuniu grande quantidade de provas, incluindo quebra de sigilo de dados telemáticos, extração e análise de dados de celulares. Ao todo, quase 50 gigabytes de informações foram analisados, contribuindo para a conclusão do inquérito que, conforme a Polícia Civil, desarticulou uma quadrilha que atuava no tráfico de drogas na parte alta de Penedo.
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