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Valdemar Costa Neto projeta vitória do PL em 2026 e aponta fragilidade do governo Lula
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, declarou nesta quinta-feira, 4, que a oposição se encontra em uma posição vantajosa para o pleito presidencial de 2026. Em entrevista concedida durante a Marcha para Jesus, em São Paulo, o dirigente partidário avaliou que, salvo por um cenário de extrema incompetência da própria legenda, o partido tem condições concretas de vencer a próxima disputa pelo Palácio do Planalto.
Para sustentar seu otimismo, Valdemar Costa Neto apontou dois fatores principais: a alta taxa de rejeição do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a resiliência do PL em contornar eventuais impasses internos. O líder partidário reforçou que a sigla pretende pautar sua estratégia eleitoral em temas voltados ao desenvolvimento econômico e à ampliação da oferta de empregos no país.
Alinhamento interno e foco em 2026
Sobre a coesão do partido, o presidente do PL minimizou possíveis conflitos internos, demonstrando convicção de que qualquer divergência será pacificada durante o período de pré-campanha. O dirigente tem articulado ativamente a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, buscando fortalecer a base e consolidar alianças estratégicas.
A movimentação política ocorre em um momento de acirrada polarização e oscilações constantes nos índices de aprovação do governo federal. A estratégia da oposição tem sido explorar temas sensíveis que impactam diretamente a população, como a inflação dos alimentos, a gestão das contas públicas, a segurança pública e as investigações recentes relacionadas a fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS.
As declarações de Valdemar Costa Neto refletem a aposta da legenda na insatisfação de parte do eleitorado com a atual gestão petista. O foco da sigla permanece na construção de uma narrativa que contrapõe a atual administração a propostas consideradas mais alinhadas com o crescimento econômico e a estabilidade fiscal.
Fonte: Revista Oeste

