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Lucas Pinheiro Braathen: o brasileiro que desliza nas neves da Noruega
A conquista mais emblemática do Brasil na Copa do Mundo de 2026 até o momento não veio dos gramados, mas das pistas de neve. Lucas Pinheiro Braathen, nascido em Oslo, Noruega, mas com raízes profundas no Brasil, está no centro da atenção antes do duelo entre as duas nações que representa: a Noruega e o Brasil. Seu histórico de vitórias nas pistas e sua identidade dual estão gerando expectativa para o confronto das oitavas de final.
De São Paulo às neves da Europa
O esquiador, que carrega no peito a camisa do Brasil desde 2024, revelou em entrevista que sua paixão pelo futebol começou nas ruas de São Paulo. “Sempre vai surgir um novo esquiador da Noruega, mas não é todo dia que se vê um brasileiro competindo no esqui alpino”, afirmou. Sua trajetória inclui visitas anuais à família em Campinas, onde aprendeu português e se encantou por pratos como o pão de queijo e o guaraná.
Campeão olímpico e inspiração para gerações
Lucas conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina em 2026, tornando-se o primeiro brasileiro a ganhar medalha no esqui alpino. Seus ídolos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Nazário, foram inspiração para sua trajetória. “Representar o Brasil nesse esporte é algo extraordinário”, disse em declarações ao ge.
A escolha de um caminho
Nascido da brasileira Alessandra Pinheiro e do norueguês Bjorn Braathen, Lucas foi criado na Noruega. Aos nove anos, influenciado pelo pai, optou pelo esqui alpino após a interrupção do futebol por causa das condições climáticas rigorosas da região. Seu trajeto incluiu uma carreira marcante pela Noruega, culminando em sua aposentadoria no final de 2023 e o anúncio de representar o Brasil.
Seu legado inclui não apenas medalhas, mas também a transformação da Noruega em campeã geral dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, com 18 ouros e 41 medalhas no total. Agora, sua atenção se volta para o campo de futebol, mesmo que simbolicamente — como torcedor.
Vida pessoal e conexões
Aos 25 anos, Lucas está namorando Isadora Cruz, atriz da Globo e protagonista da novela “Coração Acelerado”. Sua trajetória pessoal e profissional reflete um equilíbrio entre raízes brasileiras e conquistas internacionais. Em 2026, enquanto o mundo assiste à Copa do Mundo, Lucas estará no banco de reservas — torcendo pelo Brasil.
A trajetória de Lucas Pinheiro Braathen é um exemplo de como identidade, paixão e determinação podem cruzar fronteiras. Agora, com a Copa do Mundo no horizonte, sua escolha de torcer pelo Brasil se torna uma narrativa que une esporte, cultura e orgulho nacional.
Lucas Pinheiro celebra medalha com samba e afirma amor pela cultura brasileira
O esquiador Lucas Pinheiro Braathen, que conquistou a única medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno, deixou o público surpreso ao celebrar a vitória com um verdadeiro samba no centro do Rio de Janeiro. A festa ocorreu durante o Carnaval, momento em que o atleta aproveitou para reforçar seu vínculo com o país.
“O Brasil tem uma magia única. Adoro o pão de queijo, o guaraná e o café. Mas é a cultura que me cativa mais”, afirmou Pinheiro em entrevista exclusiva. O esquiador, apelidado de “Haaland do esqui” por sua trajetória vitoriosa, destacou o carinho da família durante a estadia no país: “Meus familiares não se importam com vitórias ou derrotas. Eles me amam incondicionalmente.”
A celebração aconteceu em plena Avenida Presidente Vargas, onde Pinheiro dançou ao som de um trio elétrico improvisado. O momento viralizou nas redes sociais e reforçou a imagem do atleta como uma figura que transcende o esporte.
Marcel Merguizo analisa impacto da presença de Pinheiro
O comentarista Marcel Merguizo destacou a importância do momento: “Lucas não só conquistou uma medalha, mas também trouxe um novo olhar sobre o esporte no Brasil. Sua conexão com a cultura local é inspiradora.”
Paralelamente, a volta de Gabi Mazzeto ao skate também gerou destaque. A atleta, que retornou após uma pausa para tratamento de lesões, será acompanhada por Pinheiro em futuras competições.
O esquiador, que também se identificou com a gastronomia local e a hospitalidade brasileira, deixou claro que o país não será apenas um capítulo em sua carreira. “O Brasil é parte da minha história agora”, ressaltou.



