Crédito da imagem: Ilustrativo/Gerado por IA
Investigação da PF apura esquema de desvio de verbas parlamentares
O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) acusou a Polícia Federal (PF) de conduzir uma investigação motivada por “perseguição política”, após a deflagração da operação batizada como “Galho Fraco 2”. A ação, iniciada em 1º de novembro e parte da terceira fase da Operação Rent a Car (2024), cumpriu mandados de busca e apreensão contra advogados e colaboradores próximos ao parlamentar.
Segundo Cavalcante, líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, todos os contratos de locação de veículos firmados pelo seu gabinete respeitaram as normas da Casa Legislativa. Ele afirma que a investigação busca desgastar sua imagem e a do PL, ao mesmo tempo em que nega qualquer envolvimento com irregularidades.
“Quando se anuncia que eu seria o líder do PL, começa-se um processo de investigação”, destacou o deputado em coletiva de imprensa. “É uma clara perseguição por eu ser o líder do maior partido de oposição na Câmara.” Cavalcante reforçou sua confiança no esclarecimento da apuração, que ainda não resultou em denúncia ou decisão judicial.
Operação aponta suspeitas de lavagem
A PF investiga a possibilidade de empresas de locação simularem contratos para receber recursos da cota parlamentar. A fase atual da operação foca em pessoas ligadas aos deputados, com a suspeita de movimentação ilegal de valores. Até o momento, não há acusações formais ou responsabilização criminal dos envolvidos.
As investigações, que integram uma linha de apuração iniciada em 2024, continuam em andamento. A operação “Galho Fraco 2” é a terceira etapa da maior fiscalização sobre gastos parlamentares com veículos no Brasil.
Leia mais: Notícias de Política
Com informações da Revista Oeste


