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Golaço de Cabo Verde: Sidny Cabral define jogo com chute que lembra Neymar
No primeiro tempo da prorrogação, aos 12 minutos, o lateral Sidny Lopes Cabral deu um novo fôlego à campanha da seleção de Cabo Verde ao igualar o placar em 2 a 2 com a Argentina. O empate inicial foi rapidamente quebrado no segundo tempo, quando um gol contra decidiu o destino do confronto — garantindo às Sul-americanas a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.
O chute de fora da área, sem chances para Dibu Martínez, chamou atenção por uma característica inusitada: Sidny usava uma versão modernizada da Nike Hypervenom, modelo que ficou marcado na carreira de Neymar. Lançada em maio de 2013, a chuteira teve papel fundamental nas conquistas do Brasil na Copa das Confederações daquele ano.
A Nike Hypervenom foi projetada com base nas opiniões de Neymar, tornando-se um símbolo da era do craque. Sua estreia oficial aconteceu no primeiro jogo do Brasil na Copa das Confederações de 2013, quando o atleta marcou contra o Japão.
Durante a campanha vitoriosa do Brasil naquela edição, Neymar vestiu a chuteira em todos os jogos. Na final contra a Espanha, ele foi eleito o melhor em campo e marcou dois gols, incluindo um pênalti decisivo no Maracanã.
A partir de 2015, a chuteira passou por atualizações temáticas. A “Liquid Diamond” (Diamante Líquido) foi inspirada na tatuagem que Neymar compartilhou com sua irmã Rafaella. Em 2016, o modelo “Ousadia Alegria” homenageou a música de Thiaguinho, amigo do atleta.
Com a vitória da Argentina, o confronto entre as seleções se encerrou com um placar dramático. O empate inicial de Cabo Verde, porém, ficará na memória dos torcedores pela beleza do chute de Sidny — uma homenagem silenciosa ao legado de um ídolo da bola.


