
Maldini e Leonardo saem da FIGC após conflito no processo de seleção do técnico
Paolo Maldini e Leonardo deixaram os cargos na federação italiana de futebol (FIGC) após apenas 16 dias. A saída ocorreu em meio a desentendimentos com o presidente Giovanni Malagò, que não apoiou publicamente as ações do diretor técnico.
Busca por novo selecionador
Maldini foi designado no início do mês para liderar a procura de um novo treinador da seleção italiana, após a saída de Gennaro Gattuso. Juntamente com Leonardo, ele conversou com nomes como Carlo Ancelotti e Pep Guardiola. No entanto, Andrea Pirlo emergiu como candidato principal.
A imprensa italiana aponta que as divergências entre os diretores e a federação intensificaram-se após o fracasso na nomeação de Pirlo. Malagò teria rejeitado publicamente a proposta, sugerindo que a responsabilidade pelas decisões cabia a Maldini.
Tensão e novas propostas
Após o desfecho negativo com Pirlo, Maldini e Leonardo indicaram Thiago Motta como alternativa. No entanto, Malagò manteve sua preferência por Roberto Mancini, enquanto Antonio Conte também era considerado uma opção.
A falta de consenso gerou um ambiente insustentável na FIGC. Diante disso, Maldini decidiu renunciar, seguido por Leonardo. A saída dos dois dirigentes marca o fim de um projeto que pretendia redefinir a seleção italiana.
Novo ciclo começa
Agora, a federação precisa decidir se nomeia primeiro um novo diretor técnico ou avança diretamente para a escolha do selecionador. Segundo a imprensa, Roberto Mancini continua sendo o candidato mais cotado. Giorgio Chiellini é apontado como possível substituto de Maldini, enquanto Thiago Motta perde força após a demissão dos diretores.
A FIGC enfrenta um desafio para reorganizar sua estrutura técnica e encontrar uma solução que garanta estabilidade ao futebol italiano.


