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Lula faz gesto de desrespeito durante discurso sobre saúde pública
No dia 3 de julho de 2026, durante uma palestra no Palácio do Planalto sobre ampliação do acesso à saúde para populações carentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva protagonizou um momento polêmico. Ao abordar a necessidade de combater a ideia de que “o pobre não gosta de coisa boa”, ele utilizou uma expressão considerada inapropriada, exibindo o dedo do meio para a plateia e concluindo: “Gostamos de coisa boa, queremos tudo de primeira”.
A atitude gerou reações imediatas entre parlamentares de diferentes espectros políticos. Críticas em redes sociais se multiplicaram, com destaque para o senador Flávio Bolsonaro (PL), que utilizou a imagem do presidente para postar uma mensagem irônica: “Quando o brasileiro pergunta: e a picanha?”.
O deputado Gustavo Gayer (PL-GO), pré-candidato ao Senado, relacionou o gesto a um episódio anterior envolvendo o ministro Alexandre de Moraes (STF), que em julho de 2025 fez o mesmo movimento durante uma partida do Campeonato Brasileiro: “A dupla que devolveu o AMOR para o povo brasileiro”, ironizou.
Críticas mais diretas vieram do deputado estadual Gil Diniz (PL-SP), que acusou Lula de “perder totalmente o controle” e chamou a cena de “incompatível com o cargo presidencial”. O parlamentar destacou o momento como um sinal de “nervosismo” no contexto de uma pré-campanha eleitoral marcada pelo potencial de Flávio Bolsonaro.
O deputado federal Daniel Freitas (PL-SC) publicou a imagem do presidente com a frase: “Toda vez que for pagar a conta do mercado, lembre desta imagem”. Já o pré-candidato ao Senado Ubiratan Sanderson (PL-RS) questionou se o gesto representava uma “postura de presidente”, reforçando a necessidade de um líder “à altura do cargo”.
O deputado General Girão (PL-RN) comparou a atitude de Lula ao comportamento da primeira-dama Janja durante o G20 em novembro de 2024, chamando os dois momentos de “desiquilibrados que destruíram o decoro das posições que ocupam”. O parlamentar concluiu com a frase: “Uma vergonha internacional.”
O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) classificou o episódio como “bizarro”, questionando: “A pergunta que fica é: o que leva alguém a continuar votando em um político que faz isso?”.
Com informações da Revista Oeste


