PL escolhe Carlos Portinho para reeleição ao Senado no RJ

Carlos Portinho
Crédito da imagem: Agência Senado from Brasilia, Brazil / CC BY 2.0

PL anuncia Carlos Portinho como pré-candidato ao Senado no Rio de Janeiro

O Partido Liberal (PL) definiu, nesta terça-feira (14), a candidatura de Carlos Portinho à reeleição ao Senado Federal no Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi confirmada por integrantes da legenda e encerra uma disputa interna que ganhou força após a desistência da pré-candidatura do ex-governador Cláudio Castro.

A vaga se tornou disponível em maio, quando Castro anunciou sua saída das eleições após ser investigado pela Polícia Federal em operação ligada a fraudes no Banco Master. A ausência do ex-governador abriu espaço para uma disputa entre lideranças dentro do PL, com o deputado federal Carlos Jordy se posicionando como alternativa. No entanto, as diretrizes partidárias priorizaram a experiência política de Portinho.

Perfil de Carlos Portinho

Carioca de 53 anos e formado em Direito, Portinho iniciou sua trajetória política em 2016 ao se candidatar a vereador no Rio. Na época filiado ao PSD, não conseguiu eleger-se. Em 2018, tornou-se suplente da chapa de Arolde de Oliveira (PSD) ao Senado. Após a morte do senador em decorrência da covid-19, Portinho assumiu o cargo em novembro de 2020.

Dois meses depois, ele mudou de partido, passando para o PL, onde se tornou líder na Casa. Sua trajetória dentro da sigla reforçou a credibilidade do nome perante as bases do partido.

Contexto eleitoral no Rio

A definição por Portinho determina as estratégias do PL para as eleições majoritárias no Estado. Douglas Ruas (PL), presidente da Assembleia Legislativa, é o pré-candidato ao governo. Já no Senado, a legenda apoia também a candidatura de Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo (RJ) que foi preso em operação da Polícia Civil na semana passada.

Canella, que teve um fuzil apreendido no veículo de sua propriedade, obteve liberdade provisória do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última sexta-feira (10).

Com informações da Revista Oeste