Presidente da Uefa não comparece à final da Copa do Mundo
São Paulo, SP – A final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, disputada no MetLife Stadium (EUA), não teve a presença de Aleksander Ceferin, presidente da Uefa. A ausência foi interpretada como uma represália à atitude da Fifa no “caso Balogun”, segundo informa o veículo inglês BBC.
Contexto do “caso Balogun”
O episódio remonta ao início de julho, quando a Fifa anulou a expulsão de Folarin Balogun, atacante da seleção dos Estados Unidos, durante o confronto pelas oitavas de final contra a Bélgica. A decisão foi baseada no artigo 27 do Código Disciplinar da entidade.
A Uefa considerou a medida uma violação à integridade do futebol e protocolou uma reclamação, mas não obteve resposta da Fifa. Em comunicado na época, a confederação europeia destacou: “Quando a certeza das regras deixa de ser garantida pelos seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada.”
Outras discordâncias da Uefa
- Alocação do show de intervalo: A Uefa se opôs à mudança do tempo de pausa entre os tempos, que passou de 15 para 27 minutos.
- Número de seleções no próximo Mundial: A entidade europeia também expressou preocupação com o aumento previsto da quantidade de equipes participantes.
Presença em outras etapas do torneio
Ceferin esteve presente na abertura da Copa do Mundo, no dia 11 de junho, quando a seleção mexicana venceu a África do Sul por 2 a 0. No entanto, preferiu não acompanhar a final após as divergências com a Fifa.
Brasil ocupa 11º lugar na classificação final da Copa; Uruguai é o pior da América do Sul
20/07/2026 — O Brasil encerrou a competição em 11º lugar na tabela geral da Copa, enquanto o Uruguai foi o representante sul-americano com a pior colocação. A divulgação oficial dos resultados aconteceu nesta quinta-feira, com destaque para a performance dos times continentais.
A seleção canarinha, que enfrentou adversários de diferentes continentes durante as fases eliminatórias, terminou o torneio sem conseguir avançar às fases decisivas. O desempenho foi considerado abaixo do esperado por analistas e torcedores, especialmente diante da qualidade técnica demonstrada em partidas anteriores.
O Uruguai, por sua vez, encabeçou a lista dos times sul-americanos com pior desempenho. A equipe, que teve dificuldades para se adaptar ao estilo de jogo exigido pela competição, foi eliminada já na fase inicial, gerando críticas entre especialistas do futebol regional.
A classificação final da Copa reuniu 32 seleções, com destaque para os vencedores e os times que se destacaram em diferentes etapas. O Brasil, apesar da frustração, mantém a expectativa de melhorar na próxima edição do torneio.
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