Vigilância Sanitária intensifica monitoramento da qualidade da água distribuída em Penedo

A Prefeitura de Penedo, por meio da Vigilância Sanitária Municipal, mantém o trabalho contínuo de monitoramento da qualidade da água distribuída para a população da cidade e da zona rural.

Semanalmente, a equipe do setor vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realiza a coleta de amostras para análise, uma ação essencial para garantir a segurança da água destinada ao consumo humano.

Recentemente, as coletas foram realizadas nas comunidades de Manibu, Prosperidade, Conrado 1, Conrado 2, Imbira 2 e Palmeira Alta, localidades atendidas pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), autarquia municipal cujo abastecimento é monitorado pela Vigilância Sanitária.

De acordo com o diretor da Vigilância Sanitária de Penedo, Ângelo Mendes, o acompanhamento é fundamental para assegurar que a água distribuída tanto pelo SAAE quanto pela empresa Consa Águas do Sertão atenda aos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

“O monitoramento é uma das formas de garantir que a água utilizada para consumo humano, preparo de alimentos e higiene pessoal esteja dentro dos padrões de qualidade exigidos, protegendo a saúde da população”, destaca Ãngelo Mendes.

Crédito da imagem: Prefeitura de Penedo

Entre os aspectos analisados estão o Cloro Residual Livre (CRL), responsável pela desinfecção da água; a turbidez, que verifica a presença de partículas suspensas; a análise de coliformes totais, indicadora de possível contaminação; e a pesquisa da bactéria Escherichia coli (E. coli), associada a problemas gastrointestinais.

Quando alguma irregularidade é identificada, a Vigilância Sanitária aciona imediatamente o responsável pelo sistema de abastecimento para que sejam adotadas as medidas corretivas necessárias.

Além de fiscalizar, o órgão da Secretaria de Saúde de Penedo também desenvolve ações de educação em saúde, orientando a população sobre boas práticas relacionadas ao consumo de água e contribuindo para a prevenção de doenças de transmissão hídrica.

Por Assessoria SMS

Texto Gabriela Flores – jornalista e social mídia

Fotos: Mirelly Barbosa/SMS