Essa é uma pergunta que todos estão fazendo, principalmente grandes e médias empresas que hoje já estão sofrente com as duras restrições no comércio devido a pandemia do novo coronavírus (COVID-19).
Estudos apontam que o comércio internacional deve ser bastante abalado pela pandemia do novo coronavírus neste ano. Com as economias pelo mundo desaquecidas e restrições de transporte entre países, crescem os obstáculos para que empresas de diferentes lugares comprem e vendam bens entre si.
A empresa de revestimentos para a indústria Praimer, que está sempre criando soluções para a indústria e sociedade , por meio da área produtiva, está atenta às demandas da sociedade e estuda de que maneira colaborará de forma ainda mais direta com seus funcionários, parceiros e clientes.
Os próprios pesquisadores destacam que fazer previsões em meio ao cenário incerto é uma tarefa difícil – os fatores que podem variar de forma imprevisível são muitos, o que compromete boa parte das metodologias que normalmente são aplicadas nesse tipo de projeção.
O estudo lista os principais fatores que podem interferir com as projeções sobre o comércio internacional, influenciando os cenários tanto para bem como para mal. Segundo o instituto, os fatores com possíveis impactos negativos são mais numerosos que os positivos. Mesmo na visão mais otimista, a expectativa para o comércio internacional é de tombo.
Veja os potenciais fatores negativos na economia
A LONGEVIDADE DA PANDEMIA
Não se sabe quanto tempo a pandemia e seus efeitos restritivos irão durar. Caso o período seja mais longo do que o esperado, ou caso haja novas ondas de disseminação do novo coronavírus, os impactos sobre a economia podem ser duradouros.
AS RUPTURAS NAS CADEIAS
A crise está levando muitas empresas a reformularem suas cadeias de fornecedores, buscando parcerias com firmas que estejam mais próximas geograficamente. A depender da escala do rearranjo, a retomada do crescimento pós-pandemia pode ser mais demorada, levando mais tempo para que as cadeias voltem às suas configurações originais.
DESEQUILÍBRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS PROFUNDOS
Caso a crise leve a problemas estruturais mais graves, o desempenho econômico será pior do que o imaginado. Os desequilíbrios estruturais vão desde a quebra de grande número de empresas até o desemprego muito alto e um aumento acentuado na pobreza. Quanto mais potentes esses problemas, maior será o impacto negativo sobre a economia.
A POSSIBILIDADE DE CRISE FINANCEIRA
Com a crise, famílias e empresas estão vendo o dinheiro que entra todos os meses diminuir consideravelmente. Isso pode levar a problemas de pagamentos de empréstimos, afetando os sistemas financeiros dos países. Em países mais desenvolvidos, esse risco é menor, por haver mais solidez no setor bancário e pelos esforços que estão sendo feitos de aumentar a liquidez da economia.
O CENÁRIO EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO
Em países em desenvolvimento, a crise pandêmica pode levar a uma fuga de capitais. Isso significa que o dinheiro colocado por estrangeiros na economia pode ser retirado em ritmo acelerado, com pouco dinheiro novo entrando. Isso pode levar a desvalorizações das moedas locais, trazendo dificuldades para os países que não têm reservas para conter variações fortes no câmbio.
O PROTECIONISMO
O estudo do Ipea prevê a possibilidade de restrições ao comércio internacional crescerem em decorrência da crise. Isso porque os países tentariam proteger suas economias, estimulando a produção interna de bens e aumentando as barreiras para as importações.
O FATOR POLÍTICO
O documento publicado pelo Ipea fala em “possíveis instabilidades políticas” que podem ocorrer em diferentes partes do mundo – principalmente em países em desenvolvimento. O estudo não entra em detalhes sobre a natureza desses eventos nem onde especificamente eles poderiam ocorrer.
Saiba os potenciais fatores positivos na economia
EFETIVIDADE DE POLÍTICAS ECONÔMICAS
Um fator que poderia ajudar a economia global a ter um desempenho melhor do que o esperado é a efetividade das medidas tomadas pelos governos pelo mundo. Ainda não se sabe qual será o efeito das ações econômicas lideradas pelos poderes públicos. O que se sabe é que a reação, no geral, foi rápida e volumosa, o que pode gerar resultados melhores do que os esperados em um primeiro momento.
EFICIÊNCIA NO COMBATE À COVID-19
Outro fator que pode ajudar é o avanço da ciência no combate à pandemia. É impossível saber se e quando os esforços científicos chegarão a resultados e descobertas concretas. Mas se isso ocorrer mais cedo do que o imaginado, o impacto da pandemia sobre a atividade econômica será atenuado.
Para concluir, sabemos que o tempo dirá realmente o que irá acontecer com o sistema econômico mundial, pós pandemia. Vale destacar que empresas precisam se adaptar, se atualizar e buscar novos sub-serviços para seus clientes.


